EDITORIAL
Nesta terça-feira dia 6 de outubro de 2009,nós fizemos uma apresentação na aula sobre o que é um editorial.
Um jornal é dividido em cadernos e suplementos.
• Notícias nacionais
• Notícias internacionais
• Notícias locais e regionais
• Economia
• Esporte
• Ciência & Tecnologia
• Cultura (Cinema, Música, Teatro, Televisão)
• Turismo
• Informática
• Automobilismo
• Moda
Cada um desses suplementos podem gerar a opinião do veiculo, sobre uma determinada noticía ou fato qye tenha ocorrido. O veículo pode optar por emitir uma opinião sobre esse fato ou noticía de acordo com a linha editorial.
O editorial é um texto opinativo não assinado que reflete a posição coletiva da redação do jornal. Editoriais não são notícias, são opiniões baseadas em fatos. Por exemplo, os editoriais podem criticar a atuação de autoridades públicas como o prefeito, o chefe de polícia ou o conselho de alunos local. Por outro lado, podem também elogiar pessoas por suas contribuições. Seja qual for o assunto, jornais esperam que seus editoriais aumentem o nível de discussão na comunidade. Um jornal publica sua visão sobre fatos atuais, regionais ou nacionais, nos editoriais.
O editorial é dirigido por um redator que não trabalha no setor de notícias. Pessoas que trabalham em jornais chamam isso de "separação entre a Igreja e o Estado", o que significa que há uma linha que não deve ser ultrapassada entre notícia e opinião. Se esta linha for ultrapassada, o jornal perde seu bem mais valioso, a credibilidade. Por este motivo, os redatores em alguns grandes jornais são subordinados ao editor, que é o diretor-geral da empresa, e não ao editor-executivo. Em outros jornais ele pode ser. Seja qual for o modelo da organização, nenhum dos dois departamentos pode dizer um ao outro o que publicar no jornal.
“Pelas características apontadas acima, podemos dizer que o editorial é um texto: dissertativo, pois desenvolve argumentos baseados em uma ideia central; crítico, já que expõe um ponto de vista; informativo, porque relata um acontecimento”.
Contudo, contrariando o fato do editorial levar em consideração a opinião do jornal como um todo, muitos editoriais de revista mostram apreciações feitas por autores que assinam o texto e muitas vezes até mostram o rosto em uma foto!
Em resumo, o editorial expressa a opinião oficial da empresa ou do veículo, sobre os fatos de maior repercussão no momento. Não é a opinião dos proprietários, mas um consenso alinhado á linha editorial do veículo. Normalmente ele não é assinado.
Exemplo de editorial feito pelo jornal LANCE!, no dia 6 de agosto de 2008
Caiu a máscara. Depois de anos afirmando que o investimento do governo se restringiria à infraestrutura, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, revelou em entrevista a vários veículos de comunicação, para a qual este LANCE! mais uma vez não foi convidado, que não haverá Copa sem dinheiro publico nos estádios.
O que o senhor Teixeira “descobriu” agora, o LANCE! já vinha afirmando há tempos. Não haverá dinheiro privado para bancar a construção ou mesmo a reforma da maioria dos estádios e arenas nas 12 cidades escolhidas como sede da Copa de 2014. Mas por que a iniciativa privada não vai colocar dinheiro nesta empreitada? É simples. A construção de estádios em todo o mundo é garanti pelos donos dos clubes. Como nossos clubes não têm donos – e para piorar têm farto histórico de má gestão e calote -, não oferecem a mínima segurança econômica ou jurídica para um investimento privado de custo alto e longo prazo de retorno.
O que garante que, na eleição de uma nova diretoria, um clube desses simplesmente jogue o contrato às favas e se recuse a continuar mandando seus jogos no estádio construido a peso de ouro e pago por um investidor?
O remendo que surge no horizonte – uma linha de crédito especial do BNDES para financiar todas as obras – pode sair ainda pior do que a encomenda. O banco, patrimônio do povo brasileiro, não pode ser violentado, obrigado a abrir os cofres sem critério para cobrir o rombo do mau planejamento do senhor Teixeira.
É obrigatório, por exemplo, respeitar os limites de endividamento dos estados, uma conquista da Nação, que já se fala em jogar pelo ralo para permitir a tomada de dinheiro extra. É necessário que, para beneficiar entidades privadas – alguns estádios pertencem a clubes -, sejam impostas condições de crédito semelhantes às aplicadas em outras áreas.
Os estádios, sejam públicos ou particulares, têm de ter viabilidade econômica comprovada. Não podem, ainda mais bancados pela viúva, se transformar em elefantes brancos, monumentos ao desperdício nacional, tão logo a Copa acabe. Os técnicos do banco têm de ser ouvidos e seus pareceres, respeitados. Vai que é tua, BNDES!
PS: Numa Copa que vai ter dinheiro público de cabo a rabo - na construção de estádios, na reformulação do sistema de transportes, no financiamento da rede hoteleira –, o que explica que o comitê organizador seja composto apenas por amigos e familiares do senhor Teixeira? No mínimo, é um disparate. Inadmissível.
Editorial feito pelos alunos de Jornalismo Kelly, Cintia, Wesley, Max, Acácio, Renato, Haroldo e Priscila
O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, veio novamente à público para se posicionar em relação as contestações de Orlando Silva , sobre o uso do dinheiro público em estádios para a Copa do Mundo de 2014.
Entendemos que somente o dinheiro privado não será suficiente para a reforma e novas instalações dos estádios, logo no Brasil que é o “País do Futebol”, nada mais justo do que apoiar e investir no nosso principal esporte, que nos dá a maior repercussão internacional e que revela grandes talentos.
O dinheiro público gasto nos estádios, retornará para a população em forma de melhoria que a Copa do Mundo e grandes eventos esportivos ou não (shows, lazer,entretenimento), irão trazer para o país, dentre eles, destacamos a segurança, o transporte, o turismo e a economia.
Portanto, apoiamos abertamente a posição de Ricardo Teixeira para a utilização de verba pública na melhoria dos estádios das grandes capitais brasileiras, que certamente irão progredir em diversos aspectos.
Valeu pessoal! Abraço a todos!
Leandro Tadeu Mastropasqua
Leandro Cesar Romano
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Tudo bem explicadinho com exemplos.
ResponderExcluirUm dia, eu vou fazer um blog só para experimentar novas formas de linguagem.
Abraço.
Roberto.
O conteúdo postado aqui no blog esta muito objetivo, gostei da linguagem que vocês usaram.
ResponderExcluirParabéns meninos
Abraços